Denuncismo oposicionista tenta ‘implodir’ serviço de saúde de Mari; em nota secretária rechaça “denúncia leviana”

A selvageria política de Mari, Zona da Mata da PB, chegou a seu ápice na madrugada desta quinta-feira (09) quando um agente da oposição denunciou através de vídeos publicados na internet um suposto mau atendimento na policlínica municipal.

 Em nota, a Secretária de Saúde, Dra. Emanuelle Chaves, esclarece o ocorrido e repudia   o que chamou de leviandade, incitação ao ódio e denuncismo barato.

Confira a seguir a nota na íntegra:

NOTA SOBRE SUPOSTO MAU ATENDIMENTO NA POLICLÍNICA MUNICIPAL DE MARI

Considerando a veiculação de vídeos na internet, contendo denúncia de suposto mau atendimento por parte de médico e suposta ausência de servidores da Policlínica Municipal, durante a madrugada deste dia 09/05/2019 (quinta-feira), A SECRETARIA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE MARI-PB vem de público, fazer os seguintes questionamentos e esclarecimentos sobre o caso:

– Em dois dos vídeos veiculados, em momento algum é apresentado imagem ou áudio que demonstre qualquer tipo de mau atendimento ou ausência de profissionais naquela Unidade de Saúde, resumindo-se tais acusações ao responsável pela veiculação dos mesmos. Vale salientar que, as imagens foram feitas do lado oposto da rua, onde claramente se ver que o denunciante sequer se preocupou em se aproximar da porta da Policlínica para verificar se havia, ou não, funcionários no interior daquela Unidade naquele momento;

– Em terceiro vídeo veiculado pelo denunciante, o mesmo aparecendo entrevistando a suposta vítima do mau atendimento. O denunciante chega a afirmar que não havia médico nem servidores na Policlínica para atender a senhora com o seu filho. Fato este que é desmentido pela própria entrevistada, que chega a relatar, de forma clara, todo o procedimento de seu atendimento, desde o momento em que é recebida pelo vigia, que lhe abriu a porta da Unidade de saúde, até a consulta feita pelo médico plantonista, o Dr. Humberto Marques;

– Segundo informações do médico plantonista e dados do prontuário de atendimento, a criança não apresentava estado febril, de dor ou qualquer outro sintoma que justificasse o caráter de urgência ou emergência naquele momento. Ao explicar que a condição da criança não ensejava a necessidade de sua retirada de casa durante a madrugada, o médico, possivelmente, foi mal interpretado pela mãe. Vale ressaltar que, apesar de qualquer má interpretação dos fatos, a criança foi atendida e devidamente medicada, conforme relato da própria genitora no vídeo publicado pelo denunciante;

– Quanto a alegação que os profissionais estariam dormindo no momento da chegada da mãe com a criança, vale destacar que, conforme o relato constante no vídeo, eram 2 horas e 30 minutos da madrugada e, naquele momento não haviam outros pacientes a espera de atendimento. Dessa forma, nada impediria que os profissionais que ali se encontravam se mantivessem em descanso, ainda que momentâneo, até o surgimento de novos atendimentos, inclusive se considerarmos que naquele dia, mais de 100 atendimentos foram realizados;

– Importante frisar ainda que, é fisicamente impossível um ser humano, em condições normais, permanecer 24 horas ininterruptas sem um mínimo de descanso. Principalmente profissionais em plantões de urgência e emergência;

– Resguardamos e respeitamos o direito da mãe em buscar atendimento para seu filho, independente do horário ou condição real de saúde e que, conforme relato da mesma, o atendimento foi realizado de acordo com os padrões de atendimento e conhecimentos profissionais do médico de plantão. Entretanto, repudiamos a forma sensacionalista e inverídica com que os fatos foram abordados pelo denunciante que, de maneira açodada, despreparada e leviana, buscando talvez atender interesses politiqueiros, assume o risco de ampliar a onda gratuita de violência contra os profissionais que atuam em nossa Rede Municipal de Saúde;

– Por fim, informamos que, esta Secretaria e seus órgãos estarão sempre abertos as críticas e opiniões que contribuam para o melhoramento dos serviços prestados, bem como, as denúncias que visem coibir erros e falhas nesses serviços. Entretanto, em nome do interesse público do serviço de saúde, não iremos tolerar a leviandade, a incitação ao ódio ou o denuncismo barato. Por esse motivo, estivemos reunidos com o Procurador Chefe deste Município, que após tomar conhecimento dos fatos, prontificou-se a analisar e adotar as medidas judiciais cabíveis.

Mari-PB, em 09 de maio de 2019.

EMANUELLE CHAVES TRINDADE

Secretária Municipal de Saúde

 

ASCOM

COM EXPRESSOPB

 

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